A insustentável leveza da exaustão
Não adianta espernear, chega um momento em que o ser humano precisa dormir (como diria a Lia). É uma pena. Não dormir tem suas inegáveis vantagens, especialmente durante um fim de semana agitado no Rio.
Nada de boates. Apenas amigos. Amigos e bobagens. Amigas e carinho. Novas amigas e confissões. Almoços. Bares. Apartamentos. Ceia de natal antecipada. Mais amigos. Amigos virtuais virando carne e osso.
Carinho.
Testar limites de longe. Praia. Cantadas de sorveteiros. Risadas. Lembranças. A primeira mulher ejetável de um carro!
Que o Rio venha logo de novo. Agora falta pouco. Obrigada, obrigada, obrigada.


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