Ride, cowboy, ride
Ainda estou meio chocada com Brokeback Mountain. Eu achava que ia ser bom, afinal é filme do Ang Lee. Mas não tinha como imaginar o quão intenso seria. Não tem nada muito chocante, gráficamente, no filme. E definitivamente não é um filme sobre os cowboys gays. É tão mais que isso.... É o desejo e a frustração que eu vi nos personagens. É a forma como eles se tocam na cena em que se reencontram.
Ai.
Fico dividida entre a canalhice da enganação que eles cometem e a intensidade do amor. Amor de verdade, que não tem regras e não tem moral e não tem fim. Amor que traz dor, mas que ainda assim é como o ar, necessário para a sobrevivência.
Tanto Jake Gfudjnfjheghknerh (não sei como escreve o sobrenome dele) e o Heath Ledger estão sensacionais, de formas diferentes. São papéis difíceis. Mas quem me marcou mesmo foi a menina que fez a esposa do Heath Ledger e já foi integrante do elenco de Dawson's Creek. As expressões dela são absolutamente a melhor coisa do filme. É quase concreto.
Recomendo. E espero que ganhe Oscar.
Agora falta ver os outros concorrentes.


2 Comentários:
Sim, é tudo isso. Nó na garganta.
Tô curioso prá caralho prá ver esse filme!
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