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Terça-feira, Fevereiro 07, 2006

Ride, cowboy, ride

Ainda estou meio chocada com Brokeback Mountain. Eu achava que ia ser bom, afinal é filme do Ang Lee. Mas não tinha como imaginar o quão intenso seria. Não tem nada muito chocante, gráficamente, no filme. E definitivamente não é um filme sobre os cowboys gays. É tão mais que isso.... É o desejo e a frustração que eu vi nos personagens. É a forma como eles se tocam na cena em que se reencontram.

Ai.

Fico dividida entre a canalhice da enganação que eles cometem e a intensidade do amor. Amor de verdade, que não tem regras e não tem moral e não tem fim. Amor que traz dor, mas que ainda assim é como o ar, necessário para a sobrevivência.

Tanto Jake Gfudjnfjheghknerh (não sei como escreve o sobrenome dele) e o Heath Ledger estão sensacionais, de formas diferentes. São papéis difíceis. Mas quem me marcou mesmo foi a menina que fez a esposa do Heath Ledger e já foi integrante do elenco de Dawson's Creek. As expressões dela são absolutamente a melhor coisa do filme. É quase concreto.

Recomendo. E espero que ganhe Oscar.

Agora falta ver os outros concorrentes.

2 Comentários:

Às 10 de Fevereiro de 2006 20:12 , Anonymous Rach disse...

Sim, é tudo isso. Nó na garganta.

 
Às 11 de Fevereiro de 2006 20:38 , Blogger Tato Pedrosa disse...

Tô curioso prá caralho prá ver esse filme!

 

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