O código Da Vinci e o amor pela polêmica
Não sou católica nem mesmo cristã, então muito do que é considerado chocante no Código Da Vinci se perde na minha imensa ignorância sobre os pormenores da religião.
Mesmo assim, me diverti tanto com o livro quanto com o filme. O livro, cheio de detalhes deliciosos de Paris, do mundo da arte e da história medieval, usava a fantasia na medida certa para criar uma trama que não deixa você colocar o livro de lado. Não é bem escrito, mas é um bom argumento.
Entendo as críticas ao Dan Brown, mas acho que as pessoas levaram a sério demais um simples Best Seller. É só isso, um livro empolgante de aventura que usa muito bem informações reais a favor do seu argumento. Mas sempre que se fala em religião os ânimos se acendem de uma forma que eu nunca vou entender, por não crer em nenhuma delas.
Confesso que, se eu tivesse que escolher a teoria que me parece mais provável, escolheria a de Dan Brown e não a oficial da Igreja Católica. Simples: é muito mais próximo da realidade do que as mirabolantes fábulas do divino. Mas é claro que outras pessoas escolhem gostos e tendências diferentes.
De qualquer forma, o filme é divertido. Ver o Louvre e Westminster, mesmo que rapidamente, já é um prazer imenso. A Audrey Tatou está decente no papel, sem posar de gostosa. O Tom Hanks não irrita, o que é um feito impressionante. Sir Ian McKellen está sensacional, assim como o mocinho que interpreta Silas, o albino do Opus Dei. Sim, ele parece com o Palpatine, mas a descrição do livro era assim mesmo. O mesmo vale para o penteado bisonho do Tom Hanks.
O filme me prendeu, eu ri bastante. Talvez mais do que deveria, mas que importa? Me diverti horrores e valeu o ingresso. Não houve tumulto nenhum no cinema, que estava parcialmente vazio. E a sessão transcorreu sem problemas técnicos ou pessoas irritantes.
Me lembrei do quanto eu amo essa coisa simples de ir ao cinema. Não sei explicar porque adoro tanto a experiência de sentar na sala escura. Mas adoro, tanto que chego a sofrer com a falta.
Não deixarei mais passar tanto tempo sem me dar esse luxo. Semana que vem tem X-Men 3. \o/


3 Comentários:
Valeu o ingresso porque foi de graça, Helena!
HAHAHAHAHHAHAHA
Brincando... ai, eu não gostei do filme não, mas também não desgostei. Mas não gostei da Audrey Tatou, achei fraquinha... e o cabelo do Tom Hanks me incomodou (não ele inteiro, o que acontece com certa frequencia).
Enfin... Bonecas Russas quarta? :)
Mocinha, vai pro Rio ver X3 com a gente?? Heim? Heim? Heim? =]]
Hmmm, nem vai rolar :/
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