Marie Antoinette

Engulo todas as minhas palavras (ditas para a Carolzita). Engulo-as mais uma vez. Marie Antoinette é um filme magnífico, vi ontem. A trilha sonora parcialmente moderna não tranformou o filme num cocô boiante. Emocionei profundamente com as cenas da fazendinha de Versailles, ri e fiquei triste com os absurdos da corte, da mesma forma como fiz lendo a biografia da rainha.
Não diria que é historicamente FIEL. Mas é extremamente fiel para padrões de Hollywood, o que é dizer muito. As cenas com Fersen em Versailles são bastante improváveis, mas de resto, o rapaz existiu. Após a revolução, quando a família real estava presa nas Tullherias, em Paris, Fersen se tornou amante de fato da rainha, com o consentimento (ou vista grossa) de Louis XIV.
Amei a cena da multidão cercando o palácio, o cumprimento altivo da rainha e os aposentos destruídos depois. As festas em Paris, as festas em Versailles, as cerimônias de lever e refeições bizarras. O ambiente asfixiante do palácio, a beleza estonteante dos cenários, a inconseqüência dos nobres.
Não é difícil, vendo o filme, imaginar como foi. Fiquei emocionada mesmo e vou ver no cinema assim que estreiar.
.
.
.
Marcadores: Blá blá blá


0 Comentários:
Postar um comentário
Links para esta postagem:
Criar um link
<< Início