Domingo, Fevereiro 26, 2006
Sexta-feira, Fevereiro 24, 2006
Mofo
Estou mofando em Congonhas, mas com muito estilo. Trouxe um laptop alheio que precisava estar no Rio de Janeiro e aproveito o caos do aeroporto para ficar aqui, sentada no meio do corredor, plugada na parede e navegando via wi-fi da Telefônica. Ah, bem que poderia ser de graça... a noite promete ser longa para todos os clientes da Gol, que acaba de anunciar que os vôos não têm previsão de partida, devido ao "alto tráfego aéreo em Congonhas".
Hell.
Não vejo a hora de sair de São Paulo e lavar os estresses do mês deixados pelo trabalho. Saudades das pessoas do Rio e da vida mansa que eu tenho cada vez que visito a cidade. Saudades de dormir e acordar descansada, saudades da época em que o profissional não me fazia querer chorar de frustração. Tá difícil para todo mundo, acho.
Mas eu tive uma seqüência de meses bem complicada aí, acho que preciso de mais férias, heh. :)
++++
Congonhas pré-Carnaval parece bem mais civilizado do que eu imaginava. PARECE, mas só porque eu cheguei super cedo e fiz check-in via web. Que feliz é o check-in via web! Só chegar, entrar e tchuns! Se não fosse isso, eu ainda estaria na fila do check-in, com certeza. Todo mundo quer fugir de São Paulo e ir para o Rio ou o Nordeste. E o aeroporto não aguenta, não dá vazão. Então pergunto... porque agendam os vôos?
Todo mundo já sabe que Congonhas numa sexta-feira é loucura. Sexta pré-feriado, mais ainda. Será que os organizadores dos vôos da infraero não perceberam ainda? Se me desviarem para o Galeão eu vou ficar muito revoltada. Sempre cobram mais por ser o SDU e acabam desviando os vôos mais tarde para o Galeão, por causa dos atrasos.
Gah.
Quero ir para casa, dormir no ar condicionado e sonhar com os próximos meses.
postado por HelenaN @ 5:48 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 22, 2006
Extremos 2
Ontem também foi dia de uma notícia muito feliz para mim, que tirou um pouco do spleen instalado no meu coraçãozinho amargo. O casal Bruno e Fê, via Bruno ao vivo e Fê no celular, me convidou para ser madrinha de casamento deles.
Emocionei muito, porque o casal é belo, simpático, legal e eu amo os dois. Quando eles anunciaram a união, no fim de 2004, fiquei muito feliz por ambos. Eles são, de certa forma, um símbolo do que há de melhor em um casal. Me dão um pouco de esperança na felicidade a dois. Se eles conseguem, outras pessoas também podem. É que é difícil encontrar pessoas como eles por aí. Então nem todo mundo vai ter a sorte que eles têm. Mas tudo bem. Eu fico muito feliz de ver os dois lindos juntos. Que continuem para sempre. Que sejam sempre maravilhosos assim.
Agora só falta escolher a cor e o modelito do vestido para agosto.
:)
postado por HelenaN @ 5:28 PM
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Extremos 1
Ontem fiquei sabendo que a proprietária do apartamento em que eu moro atualmente faleceu depois de uma doença grave. Ela não era velha e tinha duas filhas pré-adolescentes, além de seus pais ainda estarem vivos.
Eu mal a conhecia, mas senti tanto pela família, senti tanto porque ela foi legal e simpática comigo e com a Michelle quando a gente precisou mais. Claro que ela não foi assim por pura bondade do coração, mas ela não precisava ter facilitado tanto, agilizado tanto. E eu conheci as filhas e a mãe da falecida, fico imaginando a dor da família com base na dor que vi na minha família sempre que perdemos alguém.
Lembrei muito do meu tio-avô, que faleceu ano passado, e da minha avó, que faleceu há dez anos no dia 06 de janeiro de 1996. A saudade não passa, mas a dor acalma com o tempo. É claro que, no dia impensável que meus pais se forem, as coisas vão ser infinitamente piores.
A morte é uma coisa estranha. Uma hora a pessoa está ali, no próximo segundo ela não existe mais e nunca mais vai existir. Não há nada mais definitivo do que a morte e também nada mais inevitável. Por mais que a literatura nos faça sonhar com as exceções, os highlanders, isso não é parte da realidade.
E amar alguém significa correr o risco, todos os dias, de perder para sempre essa pessoa num piscar de olhos completamente sem sentido ou explicação. Um acidente estúpido pode roubar, em questão de minutos, um mocinho inteligente de 21 anos que só queria tomar um banho bem quente.
E daí, puf, nunca mais.
Não é verdade quando andei dizendo que preferia ver determinadas pessoas mortas do que na degradação extrema a que chegaram. Não é verdade mesmo. Eu vi pessoas degradadas escolherem a morte e a tristeza é tão grande ou maior do que num caso natural. E, enquanto há vida, há oportunidade de mudar. Basta escolher.
Eu tô tentando de verdade. Mas fico triste por não poder fazer absolutamente nada pela família da minha xará falecida, que merecia pelo menos pêsames. Não consegui ligar, por mil e uma confusões.
postado por HelenaN @ 5:06 PM
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Terça-feira, Fevereiro 21, 2006
Carnaval
E lá vem o Carnaval. Despencarei para o Rio no maior esquema "programa de índio". Sexta-feira a noite saio de São Paulo, se não chover e fechar o aeroporto. Na melhor das hipóteses, estarei em casa às 21hs. Na pior, no último vôo. Pretendo dormir muito, não pensar em apartamentos, ver os amigos e aproveitar o luxo do ar condicionado em casa.
Por que é que paulistano não tem ar condicionado em casa?
Não vale dizer que aqui não faz tanto calor, porque isso é mentira. Faz um calor bisonho no verão e a maior parte dos prédios têm janelas pequenas e em ângulos desfavoráveis à entrada de uma brisa. A ventilação é mal projetada e os apartamentos parecem estufas. Mas nem assim os prédios têm o espaço para ar condicionado. Muitos nem têm a estrutura elétrica para aguentar o consumo extra que as maquininhas felizes trazem. Outros proibem a alteração de faixada inevitável quando se coloca um ar condicionado.
Por que?????
+++++++
Peguei maus hábitos em São Paulo. Vivo corrigindo os locais:
- Não é bolacha, é biscoito. Bolacha significa um tapa ou uma porrada mesmo.
- Não é lanche, é sanduíche. Lanche é algo mais abrangente, que pode ou não incluir um sanduíche.
- Não é carta, é carteira de motorista. Carta é o que você escreve para a avó e manda pelo correio.
- Matte Leão não é a mesma coisa que Ice Tea, dizer isso é sacrillégio.
- Cândida é um adjetivo fofo, não sinônimo de água sanitária.
E por aí vai. Muito estranho tudo isso.
postado por HelenaN @ 5:00 PM
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With or without you
Não fui no U2, por falta de planejamento e de ânimo. A confusão dos ingressos realmente me brochou e, quando surgiram os ingressos fáceis essa semana, eu já não tinha mais condições financeiras de ir.
Mas vi parte do show na TV emprestada e mal sintonizada.
Lindo. Lindo. Lindo.
See the storm set in your eyes
See the torn twist in your side
I wait for you
(...)
Twist of fate
On a bed of nails she makes me wait
And I wait
Without you
With or without you
I can't live
With or without you
Emocionei nessa e em One. As letras são muito perfeitas, muito delicadas. E muito apropriadas para o momento.
postado por HelenaN @ 4:57 PM
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A odisséia continua
Continua a saga por um apartamento em São Paulo. Aparentemente, o problema é que estou atrasada. Dois meses atrasada, para ser mais exata. São Paulo recebe muita gente de todos os cantos do Brasil, especialmente um pouco antes do começo do ano letivo nas universidades mais conceituadas do país. Por isso, os apartamentos de um ou dois quartos pequenos são todos alugados em Janeiro, quando os crânios que passam na USP vêm morar em Sampa.
Saber disso agora não ajuda muito, mas saber disso na época também não teria ajudado. Eu não tenho fôlego financeiro para manter dois apartamentos alugados durante dois meses. Simplesmente não há dinheiro que chegue. Mas há, é claro, opções agora. Só que elas são como a chepa, até dá para achar alguma coisa fresca, mas é preciso procurar muito e ver muita coisa podre antes disso.
Não sei bem como explicar a pressão que é ter prazo para encontrar uma nova casa. Eu até dei sorte de me prevenir e começar a procurar cedo, ainda tenho três fins de semana úteis para andar pela cidade ou chegar a algum acordo. Mas são só três fins de semana úteis. São só alguns dias e cada um deles me deixa mais perto de aceitar qualquer coisa, até mesmo os apartamentos que parecem ter sido construídos em cima de cemitérios indígenas.
Como podem os arquitetos e engenheiros projetarem tais aberrações? O que leva uma pessoa a achar que esses apartamentos, que felizmente não tenho como mostrar, são viáveis como habitação humana? Claro, o ser humano é um animal extremamente adaptável. Mas existem conseqüências relacionadas a essas adaptações, como as mil e uma neuroses que a sociedade desenvolveu ao longo dos séculos. Morar em pombal NÃO AJUDA, gente!
Enfim, bola para a frente. Vou ver um que parece ótimo de dois quartos essa semana. Quem sabe, né?
++++
São Paulo parou por causa do U2. Não chegou a ser o Rio em 1998, mas São Paulo parou. E eu, que só queria chegar no Balcão, penei. Mais uma vez rolou a infindável odisséia até a civilização.
Argh.
Não vejo a hora de ter meu canto, um lugar onde eu possa criar um clima de paz. Um lugar onde eu possa, sim, me esconder quando necessário. Um lugar de silêncio e chá verde com menta.
E, claro, um lugar onde eu possa fazer a decoração. Não tenho a menor idéia de como se faz isso, mas parece divertido. Mal posso esperar. Um dia o purgatório há de acabar.
postado por HelenaN @ 4:50 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006
Lição para a vida
Quando uma coisa parece boa demais para ser verdade, ela normalmente não é verdade. Mas é preciso ir lá conferir.
E, com isso, ver mais um apartamento medonho. É claro que um apartamento de dois quartos na Alameda Santos, do ladinho do Trianon, por R$ 700 + R$ 350 era bom demais para ser verdade. Faz parte...
postado por HelenaN @ 12:21 AM
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Quarta-feira, Fevereiro 15, 2006
Grrrrrrrrrrrr
Preciso dizer: desenvolvi alergia a corretores de imóveis. Me dá coçeira e eu começo a espirrar toda a vez em que algum deles mente para mim, o que é tão freqüente que impede a convivência.
ARGH.
Não vejo a hora de achar um canto e me livrar deles por pelo menos um ano...
O grande problema é que eles não vêem em mim uma fonte de renda atraente. Eu sou apenas mais uma querendo alugar um apê por um preço barato. Algo como um trocado que eles, aparentemente, são ricos o suficiente para dispensar. Oquei. Eu realmente não estou oferecendo fortunas. Mas, teoricamente, eles ganham com a quantidade. E não é exatamente muito trabalhoso lidar comigo. Eu corro atrás das imobiliárias, ligo do meu telefone, deixo recado, ligo já com os códigos dos imóveis e só quero uma coisa: saber quando e como posso visitar o apartamento.
Não peço para ninguém me buscar em casa de carro nem para que estejam lá no sábado de manhã para me receber. Peço apenas que eles me dêem informações corretas e honestas. Aparentemente, é pedir muito. Deve doer, sei lá. Que raiva, que raiva. Que frustração.
Tomara que o apartamento de amanhã seja realmente maravilhoso como parece. Vou fechar sem piscar. E que seja o que Zeus quiser...
postado por HelenaN @ 12:00 AM
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Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006
Odisséia
Todas as vezes em que tenho vontade de participar ativamente da vida cultural paulistana, preciso antes enfrentar uma odisséia. Ela começa, invariavelmente, em um ônibus. Minto. Em um ponto de ônibus. Às vezes o ônibus demora até meia-hora para passar. Em dias de sorte, é o ônibus que me deixa direto na Av. Paulista. Mas nem sempre funciona assim. Muitas vezes o que vem primeiro é o ônibus até o metrô Santa Cruz, o mais próximo da minha casa atual.
E daí, dependendo do destino final, preciso combinar ônibus com metrô, ônibus com metrô e ônibus, ou só ônibus. Mas nunca leva menos de 40 minutos, sem engarrafamento.
Isso não é uma vida aceitável para uma carioca nascida e criada na Zona Sul.
Me mudo em março, ainda não sei para onde. Mas certamente será para algum lugar onde essa odisséia será bem menos freqüente. O sonho é morar no Jardins. Não precisa ser num local chique, só perto das coisas que eu amo. Um lugar em que eu possa andar até a Augusta e os cinemas da Paulista, mas ainda seja um pouco mais tranquilo. Que seja agradável.
Nos dois últimos sábados, visitei um total de 20 apartamentos de 1 "dormitório", também conhecido como "quarto". Sei lá porque escolheram a palavra, mas os porteiros não entendem se eu pergunto "Quantos quartos tem o imóvel?".
Vi muito lixo. Muito lixo mesmo. Apartamentos de 1 quarto parecem ter uma maldição. As pessoas acham que, só porque você quer morar sozinho, não precisa morar bem. Será que é um complô para estimular as pessoas a casar e alugar um de 2 quartos? Hm.
A maioria é bem pequeno, o que não chega a ser horroroso. O maior problema é a falta de ventilação adequada, apartamentos virados para o sol da tarde, ou que não recebem sol nunca. Também tem os prédios no centrão que, além de ter 897451098473 pessoas por andar, abrigam negócios clandestinos de natureza sexual. Me chamem de fresca, mas eu realmente não acho ideal morar porta a porta com moças que recebem clientes ali.
Argh.
E tudo é tão caro. Qualquer buraco é caro. Buracos onde eu não guardaria meu lixo são caros. E longe. O problema da localização em São Paulo é crítico. Assim como odisséias para a diversão são ruins, odisséias para trabalhar são péssimas. Então eu fico limitada ao lado sul da Paulista, justamente o lado mais caro.
Eu tentei na Frei Caneca, do outro lado da Peixoto Gomide... até mesmo na Itapeva. Mas de lá até o trabalho eu levaria umas boas 2 horas na hora do rush. Aí não, né? Prefiro pagar mais e viver.
Veremos. O apê mais promissor até o momento fica na Alameda Lorena com a Pamplona. Mas tem também um em obras na Rua Sílvia. Preciso avaliar a logística da coisa ali. E tem dois na José Maria Lisboa, esquina com a Brigadeiro Luís Antonio. Barulhentos, mas prometem ser bons. Prédio antigo, pouca gente.
Sábado que vem tem mais.
postado por HelenaN @ 10:34 PM
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Terça-feira, Fevereiro 07, 2006
Ride, cowboy, ride
Ainda estou meio chocada com Brokeback Mountain. Eu achava que ia ser bom, afinal é filme do Ang Lee. Mas não tinha como imaginar o quão intenso seria. Não tem nada muito chocante, gráficamente, no filme. E definitivamente não é um filme sobre os cowboys gays. É tão mais que isso.... É o desejo e a frustração que eu vi nos personagens. É a forma como eles se tocam na cena em que se reencontram.
Ai.
Fico dividida entre a canalhice da enganação que eles cometem e a intensidade do amor. Amor de verdade, que não tem regras e não tem moral e não tem fim. Amor que traz dor, mas que ainda assim é como o ar, necessário para a sobrevivência.
Tanto Jake Gfudjnfjheghknerh (não sei como escreve o sobrenome dele) e o Heath Ledger estão sensacionais, de formas diferentes. São papéis difíceis. Mas quem me marcou mesmo foi a menina que fez a esposa do Heath Ledger e já foi integrante do elenco de Dawson's Creek. As expressões dela são absolutamente a melhor coisa do filme. É quase concreto.
Recomendo. E espero que ganhe Oscar.
Agora falta ver os outros concorrentes.
postado por HelenaN @ 5:22 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006
Pirataria desvairada
Ouvi falar, por muitas fontes que agora não me ocorrem, que era impossível copiar músicas de um iPod para um computador, especialmente em se tratando de um computador que não fosse o berço da biblioteca de músicas do aparelhinho. Disseram que apenas o caminho contrário era possível.
Mas isso não é verdade, como os meus contatos do MSN da empresa estão comprovando. Consegui puxar todas as minhas músicas do Klaus, meu iPod vídeo lindo, para o computador do trabalho e assim deixar de ser refém da bateria.
Claro que nem tudo é perfeito. Para copiar as músicas é preciso habilitar a função de disco removível do iPod e, daí, mandar o Windows exibir a lista de arquivos ocultos. Todas as mp3s e vídeos ficam lá, mas todos têm seus nomes alterados para algo como GYOGY.mp3. Muito ruim por um lado, mas contornável por outro. Como o media player e o winamp classificam as músicas pela tag ID3, não importa o nome do arquivo, mas sim as informações armazenadas nele. Como quase todas as minhas mp3s são organizadinhas, ficou fácil demais. Basta abrir o player e selecionar as músicas por lá.
Felicidade, felicidade.
Engraçado como é simples. E eles ainda saem por aí dizendo que é impossível. Tsch.
postado por HelenaN @ 4:54 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 02, 2006
L O S T
Eu falo pouco da minha mais recente obsessão por aqui, mas nem por isso deixo de aguardar as quintas-feiras com ansiedade especial. LOST é uma série *sensacional*. E olha que eu nem gosto de séries, em média.
Mas LOST é diferente. Tem tudo. Os personagens, a história, as dúvidas, as possibilidades... os atores deliciosos... :) Tudo é assustador, tudo é muito bem sacado. E agora, com o episódio 12 da segunda temporada, fica cada vez mais incompreensível. Não vou colocar spoilers aqui, mas ando com saudades do Sayihd. E nunca é demais mostrar o Saywer, claro.
Eu me envolvo tanto que fico com raiva de verdade da Anna Lucia, como se ela existisse. Quem será o próximo a morrer? E quem vai pegar quem? Será que alguém além do Sayihd vai sair da seca? E o que é o tal sistema de defesa da ilha???? Quem são os outros? Onde estão o Walt e o Michael? Será que o Hurley vai se ajeitar na ilha? E que bebê from hell é o Aaron? E o Mr. Eko? AAAAAAAAAAAA
Mil e uma perguntas. Já consegui infectar minhas duas roomates com o vício e, graças ao Mab, sempre sei das últimas em relação à série. Delícia. Que venham os outros 16 episódios logo! E que alguém me explique alguma coisa, porque tá sinistra a situação.
postado por HelenaN @ 9:05 PM
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Catarse
"E assim vamos. Às vezes nos dá vontade de simplesmente ‘esquecer de tudo e voltar ao que era antes’. Mas é roubada. Por pior que seja a verdade, ela ainda é a verdade. E vamos em frente."
Pela primeira vez, concordo 100% com um post do sensacional Gravataí Merengue.
postado por HelenaN @ 2:55 PM
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A Jedi's got to do what a Jedi's got to do
Começou a odisséia para encontrar um apartamento novo para mim. Já entrei em contato com uma corretora, que parece ser bem gente boa, e estou procurando outras.
Finalmente, um lugar que seja mais meu. Não vai ser MEU MEU, porque ainda não estou podendo sair por aí comprando apartamento. Mas vai ser meu por pelo menos 30 meses. Um endereço fixo. Móveis meus. Minha cama nova. Minha geladeira. Meus quadros na parede. Minhas plantinhas.
Como eu sinto falta disso, ter as minhas coisas. Coisas que, se me der a louca, eu posso pintar com esmalte de unha se assim quiser. Liberdades que eu nunca tive. Como tudo, é uma faca de dois gumes. São Paulo parece inspirar meu lado aventureiro, o que é divertido – até certo ponto.
Mas o que eu quero mesmo é poder convidar os amigos para um jantar com jogatina, sessões de DVD (no computador, porque TV ainda vai demorar muito para chegar), simples bate-papo. Ficar sozinha dançando na sala. Virar noite na internet sem que o barulho do teclado incomode os outros.
Ai.
Que venha logo o mês de março. Que eu mantenha a sanidade até lá!
postado por HelenaN @ 2:52 PM
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