::lumos:: ::lumos::

Segunda-feira, Julho 31, 2006

Palpitações

Tudo se desintegrando.

Pessoas que vão embora.

Coisas que acabam.

Dúvidas eternas.

Saudades, sempre. Um buraco no peito onde deveria estar tudo e todos.

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Sexta-feira, Julho 28, 2006

Peitos




Peitos


Originally uploaded by HelenaN.



Porto Alegre, hehehhehe. Na verdade, são cuias de chimarrão.

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Quinta-feira, Julho 27, 2006

Seca

A seca em São Paulo descontrolada e o povo aqui deixando a torneira semi-aberta, como se água fosse de graça e dispensável...

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Destino

Acho que o destino não quer que eu vá para Curitiba ver um festival de rock. Quando os Pixies vieram, eu estava numa pindaíba completa e irrestrita. Perdi. Quando veio Weezer, eu não me importava o suficiente. E agora, que o festival se chama Sonora, só vem umas bandas mega indies das quais nunca ouvi falar. É. Não sou mais conhecedora de bandas indies como já fui...

A esperança é o New Order agora. 2006 prometia, prometia... e morreu na praia.

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Pre-ci-so

AAAAAAAAAAAAAAAAA

Bonequinhos do LOST feitos pela McFarlane! Cortesia do e-Van.

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Quarta-feira, Julho 26, 2006

Links for 2006-07-26

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Segunda-feira, Julho 24, 2006

POA

Passei o fim de semana em Porto Alegre com a família materna quase toda reunida. Faltou só uma prima curitibana. Foi bom ver quase todos muito felizes e muito bem sucedidos dentro daquilo a que se propõem. Foi bom ver, mesmo que rapidamente, as crianças que não me reconhecem mais e que eu gostaria de poder estar perto sempre. Mas o melhor foi poder ver de novo meus pais, meio que roubando o tempo e enganando a vida.

É engraçado pensar que já fui a Porto Alegre inúmeras vezes e não conheço quase nada da cidade. Não sei andar por lá, muito menos conheço as coisas que a cidade oferece. Meu tempo lá é 99,999999% família e 0,000001% para o xis coração, que não comi desta vez.

Ainda sinto sede por causa do churrasco simples de domingo. E não consegui tirar a impressão que todos eles têm de que sou uma menina que não fala nada nunca. Coloco a culpa no cansaço, que me tira a espontaineidade e me fez abandonar o casamento do meu tio antes da meia noite para ir dormir dentro do carro.

Casamentos são complexos. A cerimônia tende a cair numa das seguintes armadilhas:

1. Breguice

2. Pieguice

3. Constrangimento

4. Rapidez excessiva, dando impressão de que não é sério

Como não conhecia a noiva, não deu para avaliar bem. Além disso, a mistura de sono, sapato apertado e microfone baixo tirou minha atenção do discurso do ministro. Mas rolou uma interatividade da platéia, o que é meio estranho. Acho que sou tradicionalista demais...

Mas eu fiquei feliz de ver todo mundo feliz e ver a maior parte das solteiras sair de lá motivada a casar logo. Só assim as pessoas se reúnem!

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Curiosidade

Resolvi descobrir exatamente quanto eu gasto por mês, incluindo todos os centavos em bala ou pão na chapa.

Já faz duas semanas que comecei a controlar. Que medo.

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Testando a mão

little girl peq.jpg


Ando testando a mão desenhativa com ajuda deste site. Quem sabe não sai alguma coisa decente? Gostei muito dessa menininha tosca aí do lado, feita no Paint, para horror dos designers de verdade.

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Quarta-feira, Julho 19, 2006

Top 5 desejos do momento

1. Dormir

2. Férias com direito a viagem para um lugar novo ou Londres

3. Voltar a estudar, só que dessa vez algo que eu GOSTE

4. Ganhar sozinha na Mega Sena acumulada há 15 semanas

5. Viajar o mundo de mochila com um MacBook de 13" e sem preocupações de grana

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Segunda-feira, Julho 17, 2006

Antepassado famoso

Este sábado fui numa exposição no magnífico Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro. Era exposição de fotografia, mas para mim teve um gosto especial: o fotógrafo homenageado é Georges Leuzinger, meu antepassado! Veja a árvore genealógica:

(Georges Leuzinger + Anne Antoinette) = (Georges Henri Leuzinger + Fulana) = (Bertha Leuzinger + Mario N.) = (Sonia N + Desconhecido) = (Jorge N. + Lourdes P.) = EU!


As fotos são magníficas. O Rio de Janeiro no século XIX é inacreditável para quem o conhece hoje. Botafogo era cheio de chácaras, a Igreja de Santa Luzia ficava na beira do mar... Mil e uma mudanças radicais. Bonito, muito bonito. Comprei o livro e fiquei babando na árvore genealógica feita com bico de pena que está no mural lá. Tem a história completa desse lado da família, o lado suíço-alemão.

O melhor é que a exposição é DE GRAÇA. Só chegar e ver. Mais sobre:

Galeria de fotos UOL

Matéria do fotosite

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Terça-feira, Julho 11, 2006

Puxando o saco dos campeões

Puxando o saco dos campeões...

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Marie Antoinette

Marie Antoinette
Engulo todas as minhas palavras (ditas para a Carolzita). Engulo-as mais uma vez. Marie Antoinette é um filme magnífico, vi ontem. A trilha sonora parcialmente moderna não tranformou o filme num cocô boiante. Emocionei profundamente com as cenas da fazendinha de Versailles, ri e fiquei triste com os absurdos da corte, da mesma forma como fiz lendo a biografia da rainha.

Não diria que é historicamente FIEL. Mas é extremamente fiel para padrões de Hollywood, o que é dizer muito. As cenas com Fersen em Versailles são bastante improváveis, mas de resto, o rapaz existiu. Após a revolução, quando a família real estava presa nas Tullherias, em Paris, Fersen se tornou amante de fato da rainha, com o consentimento (ou vista grossa) de Louis XIV.

Amei a cena da multidão cercando o palácio, o cumprimento altivo da rainha e os aposentos destruídos depois. As festas em Paris, as festas em Versailles, as cerimônias de lever e refeições bizarras. O ambiente asfixiante do palácio, a beleza estonteante dos cenários, a inconseqüência dos nobres.

Não é difícil, vendo o filme, imaginar como foi. Fiquei emocionada mesmo e vou ver no cinema assim que estreiar.

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Technorati Profile

Segunda-feira, Julho 10, 2006

eBooks

Eu adoro livros digitais. Não tanto quanto os físicos, mas quase. Eles, normalmente, me permitem ler em situações que seria impossível com um livro físico e tendem a ser gratuitos. Por causa deles eu li toda a obra da Jane Austen em inglês. Por causa deles eu li vários outros clássicos e até, errrr, lançamentos.

Agora tá rolando a World eBooks Fair, milhares e milhares e milhares de ebooks totalmente gratuitos - legitimamente - até o dia 4 de agosto. Vale a pena, tem de tudo. De livros técnicos a romances a pesquisa a infantis. Eu já estou lá caçando!

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Filmes do fim de semana

Passei o sábado e domingo feliz com visitantes ilustres: a família. Aproveitei para ver alguns filmes que estavam na minha listinha de pendências e deixar outros na fila do torrent...

Casanova

Eu reconheço que não tinha como ser bom. A produção até que é decente para um filme de época desse nipe. A ausência considerável de putaria era também previsível, afinal é o HEATH LEDGER. Ele é queridinho demais para sair muito da trilha adolescente de holywood. Tudo bem, teve A última ceia, mas essas exceções são apenas isso: exceções. Mesmo assim, o filme é o tipo de filme-bobagem que eu curto. Boas roupas, bons cenários e a história não chega a exatamente ofender. Não muito. É felizinho e foi do Windows Media Player direto para a lixeira. Mas divertiu e é isso que vale.

O Libertino

Alguém do Rotten Tomatoes definiu bem minha sensação ao ver o filme novo de Johnny Deep: "For all its attempts to startle us with its vulgarity, this underdeveloped movie never locates a defining method to its messiness; ultimately, it possesses all the shock value of a toddler yelling, "Poopy!". Mais uma tentativa de ser - uhhh - chocante. Uhhh, pornográfico. Uhhh, descida ao submundo. Uhhh, artistas sendo inconsequentes. Uhhh, sexo, bebida e teatro.

Galera, já cansou! Chega! O Johnny Deep, o John Malkovich (ótimo!) e as mocinhas fazem um esforço louvável, mas simplesmente falta roteiro, falta direção, falta... objetivo. A produção é ótima e eu gostei muito do efeito de quadro velho da filmagem, mas fiquei com cara de "e o kiko?" ao sair do cinema. Simplesmente não acrescentou nada, a teórica redenção nem isso é. O filme não chega a ser moralista, mas também não é chocante nem revelador. Simplesmente uma chafurdada segura na lama, com algumas conseqüências para evitar que os jovens sigam o exemplo e, tchuns, acabou.

Decepcionante. Eu, que esperava querer ver novamente ainda no cinema, me arrependi dos reais gastos. Segundo a Wikipedia, o personagem de Deep realmente existiu.

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PS: Não foi de propósito a repetição do tema dos filmes :D

PS2: Os próximos da fila são Marie Antoinette (da Coppola), In Her Shoes (que eu perdi no cinema) e Beyond the Clouds (com o Malkovich).

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Domingo, Julho 09, 2006

C’est la vie

Me dá muito dó ver os times que perdem jogos na Copa do Mundo. A expressão do jogadores, o desespero no olhar, o choro. É muito triste e dá vontade de mostrar a eles como isso também passa. Mas é ruim ver uma equipe que não merece ganhar levar o título maior do qualquer categoria. É parte da injustiça padrão do universo, parte de como as coisas são e nunca saberemos a razão.

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Quinta-feira, Julho 06, 2006

Moda

Eu não tenho um senso de estilo pessoal muito forte, mas adoro moda. Adoro roupas, acessórios, fotografias, estilos. Acho tudo lindo maravilhoso e seria capaz de passar dias vendo roupas em lojas, mesmo que não comprando. Adoro também comprar roupas de fato. E é por tudo isso que eu adoro ir na Galeria Ouro Fino aqui em São Paulo.

Ontem dei um pulo rápido por lá, para encontrar o presente de aniversário da Rach. O problema nem era encontrar o presente, mas sim encontrar um presente à altura que fosse de acordo com as minhas finanças. Consegui, é claro, porque a Galeria tem quase tudo de melhor para o gosto de meninas como eu, a Rach e outras ilustres. Daí hoje comecei a minha caça pelos sites das (maravilhosas) lojas de lá. Já encontrei a Laundry, a Theodora, da Virgin Again e da ex-lojista lá Voodoo Dolls (cortesia da klô). Alguém conhece mais alguma?

Queria trocar quase completamente o meu guarda-roupa, de tão insatisfeita que ando com ele. Mas para isso, preciso de $$ e liquidações generosas. Pelo o que entendi, a temporada de promoções da Galeria começa em breve. Mal posso esperar, afinal, sou apenas uma simples mulher que ama roupas, bolsas e sapatos. Entre outras coisas...

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Quarta-feira, Julho 05, 2006

Blog velho

O blog velho, que era alimentado pelo bom e velho Blogger e hospedado no meu site pessoal, não vingou. O WordPress que o Nix gentilmente me cedeu é muito mais divertido e bonito. Vale a pena tentar.

Mas eu não queria zerar o blog - não agora. Então os posts antigos podem ser encontrados na página de arquivo, o link fica aí na coluna da direita. Todos desde outubro ou novembro de 2005. Os mais antigos (afinal, o ask for answers existia desde 2001) só no meu computador pessoal. Mas esses ainda gosto, ainda não me envergonho. Então está aí, para quem quiser ler :)

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Matéria da Clarah na TPM

"Eu te amei por um longo, longo tempo. Eu sei que esse amor é real. Não importa o quanto tenha dado errado. Isso não muda o jeito que eu me sinto. E eu não acredito que o tempo vá curar essa ferida da qual estou falando. Não há cura para o amor" - Leonard Cohen, There ain't no cure for love

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Tô mudando o blog de cara, publicador e até endereço. Mas vai dar para continuar acessando por aqui. Mais notícias em muito breve!

Terça-feira, Julho 04, 2006

Pergunte ao pó

Acabei de ver o filme, com um delicioso Colin Farrel e a ridiculamente linda Salma Hayek. Não li o livro, mas gostei do filme. É uma história de amor não melosa, mas bonita. Trágica, tradicional nesse sentido apenas.

É interessante a questão racial que o filme traz, apesar de eu já ter lido por aí que o livro não trata disso em absoluto.

Mas o melhor do filme é exatamente o que deve ter deixado muita gente de saco cheio no cinema: a arte de escrever. Enquanto escritora frustrada, a idéia de uma casa de praia com a pessoa amada e uma máquina de escrever é o auge do romantismo. O sonho dourado, o glamour. Sexo e palavras, regados a vinho.

Mesmo Colin Farrel, ator errático e cheio de más escolhas em sua carreira, fica glamouroso e belo nesse cenário. Ele parece um antigo astro de Hollywood, só que mais sujo e, portanto, muito mais interessante.

Eu esperava uma história mais suja, mais decadente. Mais parecida com Bukowski. Ainda bem que não é.

Segunda-feira, Julho 03, 2006

Na Mosca

Há muitas razões para escrever um blog e milhares de outras para não fazê-lo. Eu já tenho blogs desde o início de 2001. Passei por várias fases, desde o diário escancarado até o blog temático onde nem meu nome aparecia. Tive problemas com desconhecidos que achavam que me conheciam, tive pessoas que me xingavam nos comentários, conheci novos e excelentes amigos por causa de blog, causei confusões e escrevi em código.

Meu saldo é positivo, apesar de eu nunca ter conseguido manter o blog que eu leio na minha cabeça. Falta tempo, disposição, ânimo, público… Daí olho para os vários amigos que têm blogs famosos e me pergunto se vale a pena o esforço. Acredito que não vale pela psedo-fama. Mas talvez valha a pena fazer alguma coisa da qual seja possível ter uma pontada de orgulho, algo direcionado, que seja realmente interessante.

Não digo que nunca mais começarei uma frase com “eu”. As experiências pessoais são potencialmente a parte mais interessante de escrever. Mas é preciso polir bem mais o tal escrever, ter algum objetivo final. E o meu, como não poderia deixar de ser, está mergulhado até o pescoço em cultura. Cinema, música, literatura, arte… As coisas que realmente me interessam.

Tem São Paulo também. São Paulo traz histórias e mudanças constantes. É uma cidade viva, para bem e para o mal. É menos fácil viver aqui do que dizem por aí. Mas também não é tão difícil quanto meus conterrâneos cariocas acreditam. É disso que eu vou falar aqui. Acho. :)

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Testando a casa nova

Já que as mudanças parecem uma constante por aqui, porque não mudar o blog de casa?

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Matéria da Clarah na TPM