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O show do Interpol foi emocionante, corrido e confuso pra mim. Muitas pessoas, mas ausências notáveis. Muita ansiedade para fotografar e ouvir as músicas, mas também uma tranquilidade de que seria maravilhoso, independente do que acontecesse.
E foi. Um pouco. Às vezes. Foi o suficiente para não lamentar as bobagens, as fugas, as falhas, a expressão cansada. Foi também um alívio momentâneo.
Nessas horas é que eu chego a duas conclusões importantes:
1. Preciso treinar mais a fotografia
2. Fotografar é o melhor remédio.

Clica na foto do Paul Banks para ir para o set completo do show.
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